Sua equipe te manda áudio no WhatsApp perguntando "como era mesmo aquele processo?"
O processo existe. Você explicou. Provavelmente mais de uma vez. Mas ele vive na sua cabeça, não em lugar nenhum que a equipe possa acessar sozinha.
Resultado: toda vez que alguém precisa executar aquela tarefa, o caminho mais curto é te perguntar. Direto. Por áudio, por mensagem, às vezes numa ligação de três minutos que consome sua tarde.
Você responde. Eles agradecem. Na semana que vem, perguntam de novo.
Não porque são desatentos. Porque a única fonte confiável daquela informação é você.
O conhecimento operacional da sua empresa mora na sua cabeça, não no processo. Toda decisão que depende da sua cabeça é uma dívida que sua empresa está pagando com o seu tempo.
Se você ficasse inacessível por 48 horas, seu time saberia o que fazer com as três tarefas mais recorrentes da operação?